A falta de informação da população e mais pessoal capacitado estão na origem da baixa doação de tecido ósseo e no aproveitamento do materia doado no Brasil. A avaliação é do médico Rafael Prinz, chefe do Banco de Ossos do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into), com sede no Rio de Janeiro.
"Isso ocorre devido à falta informação da população sobre a existência do transplante ósseo. Além desse problema, outro fator que deve ser considerado é a capacitação dos profissionais de saúde para melhor aproveitamento do material doado. O procedimento pode ser feito até 12 horas após a morte do doador", disse.
No Brasil existem atualmente sete bancos que disponibilizam material ósseo, incluindo os estados do Rio de Janeiro, Paraná, de São Paulo e do Rio Grande do Sul. Eles estão cadastrados no Sistema Nacional de Transplantes.
Os transplantes ósseos beneficiam pessoas com dores articulares nos quadris, joelhos, na coluna vertebral além de quem sofre osteoporose, perdas ósseas provocadas por tumores e lesões causadas por acidentes.