O mercado externo começou a melhorar para os produtos industrializados brasileiros, que sofrem com a queda na rentabilidade provocada pelo câmbio. Entre julho e setembro, o indicador de nível de demanda externa apurado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) subiu quase 22% e deu uma injeção de otimismo nos fabricantes de celulose, produtos químicos e metalurgia. Esses três setores, além da indústria mecânica e de material de transporte, responderam por mais de 90% do aumento da demanda externa que foi captada pelas indústrias.
Com informações do Estadão