Da redação
O mercado de blindagem nunca esteve tão aquecido. Para especialistas, a redução do preço desse serviço e o aumento da violência são os motivos.
A Abrablin (Associação Brasileira de Blindagem) prevê que 3.609 carros recebam essa proteção neste segundo semestre, número 3,5% superior ao do recorde registrado no primeiro semestre de 2008.
Líder em blindagem veicular civil, o Brasil também assiste ao crescimento de uma categoria específica --e polêmica-- de proteção. É a blindagem de baixo custo (nível 1), que parte de R$ 19 mil, menos da metade do valor (R$ 48.750) cobrado por uma proteção nível 3 --a máxima permitida pelo exército.
"A de nível 1 suporta tiros de revólver calibre até 38", informa Guadalupe Franzosi, gerente da DuPont, empresa que fornece esse tipo de blindagem por meio da marca Armura.
Ela afirma que cerca de 90% das armas apreendidas pela polícia ou vendidas em São Paulo não ultrapassam o calibre 38.
Com informações da Folha de S.Paulo