Uma faxineira foi acusada da morte de um cientista nuclear aposentado no Estado de Kentucky, Estados Unidos, cujo corpo foi encontrado queimado e abandonado em um campo. Walter Sartory, de 73 anos, morava na cidade de Hebron. Cientista tido como brilhante, ele também sofria de paranoia e esquizofrenia e tinha acumulado uma fortuna estimada em US$ 14 milhões (mais de R$ 24 milhões) com investimentos em ações em que usava cálculos matemáticos complicados. Segundo o jornal Los Angeles Times, levava uma vida isolada. No entanto, a faxineira Willa Blanc, de 48 anos, insistia em oferecer seus serviços ao cientista, recolhia sua correspondência e, com a ajuda do filho Louis Wilkinson, 28 anos, limpava a neve da entrada da casa de Sartory. Em fevereiro de 2009, amigos do cientista ligaram para a polícia avisando ele tinha desaparecido. A polícia informou que, antes de morrer, o cientista deu a Willa Blanc sua senha de computador e uma procuração para que ela operasse sua conta bancária e seus investimentos. Blanc já teria gastado US$ 210 mil (mais de R$ 364 mil) e esperava conseguir outros US$ 7 milhões (cerca de R$ 12 milhões).
Com informações do site G1