Da redação
O último dia do coronel Luiz Fernando de Aguiar no Chile, depois de trabalhar por dois anos como adido aeronáutico na Embaixada Brasileira, ficará marcado pelo terremoto de 8,8 graus na escala Richter que atingiu o país na madrugada de sábado. Ele estava no quinto andar de um hotel na capital chilena e viu tudo caindo dentro do apartamento.
"Na hora do terremoto, ficou difícil a gente se manter em pé", disse Aguiar, que apanhou os pertences e foi para o aeroporto tentar embarcar pela manhã. Chegando lá, ficou sabendo que os voos haviam sido cancelados.
Aguiar é um dos brasileiros que devem embarcar em uma aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB), com previsão de chegada para a manhã de domingo. O novo adido da aeronáutica, coronel Celestino Todesco, também presenciou os cerca de 60 segundos de tremor. "A sensação era como se estivéssemos sendo colocados em um liquidificador. Balançava tanto dos lados como de baixo para cima", disse.
Todesco estava no nono andar de um prédio de 12 e desceu com a mulher pela escada. "Nós seguimos os procedimentos de emergência previstos para esta situação".
Com informações da Reuters, EFE e 20 minutos.es