Cidades
Infidelidade partidária
PMDB não pretende punir Valter por infidelidade
PMDB não pretende punir Valter por infidelidade
Para a deputada estadual Celina Jalad (PMDB), Valter “tem suas razões” para se rebelar contra a legenda. Na tribuna do Senado, ele queixou-se de ser prejudicado nas prévias do PMDB, quando perdeu para Moka o direito de representar o partido na briga pela reeleição. Na ocasião, Valter acusou o governador André Puccinelli (PMDB) de usar a máquina do Governo do Estado para favorecer Moka. “Não serei eu quem pedirá punição a um homem (Valter) que ajudou a fundar o PMDB em Mato Grosso do Sul”, ponderou Celina.
Ao mesmo tempo em que revelou respeito e tristeza por conta do posicionamento do senador, o deputado estadual Carlos Marun (PMDB) fez pouco caso ao ser indagado sobre como o PMDB deverá agir diante da infidelidade de Valter. “Temos coisas mais importantes para pensar”, disse, citando a necessidade de trabalhar pela reeleição do governador. “Mas vejo com muita tristeza a atitude do senador. Espero que ele reveja o posicionamento”, completou. “É uma atitude inconsequente”, concluiu.
Da mesma forma que Marun e Celina, mas por outros motivos, o deputado estadual Marquinhos Trad (PMDB) também duvida da punição de Valter. “Se tiver que punir ele, vão ter que punir todos”, defendeu. “Nas mais diversas esferas, tem gente fazendo campanha para dobradinhas rivais e candidatos adversários”, explicou.
É o caso do deputado estadual Antônio Braga (PDT). No último domingo, seu partido homologou apoio ao ex-governador José Orcírio dos Santos (PT) na sucessão estadual, mas ele trabalhará pela vitória de Puccinelli. “Os partidos ainda não estão preparados para cumprir a lei de fidelidade partidária”, opinou. “Porque as decisões não levam em conta a vontade da maioria. A democracia não é respeitada”, acrescentou. (LK)
Oportunidade de Emprego
Prefeitura abre seleção sem prova com salário de R$ 2,5 mil em Campo Grande
Inscrições gratuitas começam na segunda-feira (9); seleção exige formação em Magistério ou Normal Médio e será feita por análise de títulos.
06/11/2026 19h32
Prefeitura de Campo Grande abre processo seletivo com salário de R$ 2,5 mil e inscrições gratuitas a partir de segunda-feira (9). Foto: Divulgação Prefeitura de Campo Grande
Previdência Social
INSS muda auxílio-doença e dá 10 dias para nova análise em MS
Nova regra já está em vigor e permite que segurados que tiveram o benefício negado pela análise de documentos apresentem novos laudos antes de recorrer
06/11/2026 18h31
Segurados aguardam atendimento em setor de perícia médica do INSS; novas regras permitem pedir reanálise do auxílio-doença negado em até dez dias. Foto: Agência Brasil
EXCLUSIVO PARA ASSINANTES
ASSINANTES