Carlos Henrique Braga
O gás que move a economia nacional, que deve crescer mais de 7% neste ano, aliado à política de incentivos fiscais, turbinou a geração de empregos em Mato Grosso do Sul. Antes encabeçada pelo comércio, a lista de possibilidades aumentou. Neste momento, além do setor de serviços, sobram vagas nas principais cidades do Estado na construção e indústria.
(Leia na edição de hoje do Correio do Estado)