Agora, mais de meia década depois do começo do boom dos carros e motos, finalmente as autoridades parece que se tocaram de que algo precisa ser feito para devolver o espaço público aos seus verdadeiros donos. Antes de darem início às multas, prometem fazer uma campanha de esclarecimento para deixar claro o que é correto e o que não é. Prometem, ainda, dar prazo para que os proprietários de imóveis façam as adaptações necessárias. Somente depois disso é que serão aplicadas as multas. A promessa é sempre a mesma: campanha educativa e depois multa. Porém, até hoje simplesmente não se tem notícias de absolutamente nenhuma destas prometidas campanhas de esclarecimento. Se não fosse a imprensa dar espaço para determinados temas, as punições sempre cairiam de sopetão. Recentemente começaram a ser instalados os chamados equipamentos de olho-vivo em alguns semáforos. Nestes, nem mesmo uma faixa existe para esclarecer que o desrespeito será passível de multa nos próximos dias. Embora todos os condutores saibam que semáforo existe para ser respeitado, o objetivo principal de qualquer equipamento eletrônico jamais pode ser a multa. O primordial é a segurança no trânsito.
Por isso, espera-se que no caso dos estacionamentos irregulares, que levam condutores inadvertidos a deixarem, muitas vezes, seus veículos parcialmente obstruíndo as calçadas, aconteça realmente um trabalho de esclarecimento antes do início da emissão de multas, que chegam a quase R$ 600 reais. Além disso, o que o poder público precisa, com urgência, é implantar ou incentivar a abertura de estacionamentos, principalmente na região central, pois até agora tudo o que se fez foi abrir espaço para a Flexpark e colocar agentes de trânsito para multar aqueles que desrespeitam as regras do serviço, o que garante faturamento satisfatório à empresa que até hoje ninguém sabe a quem realmente pertence.
Inspeção surpresa
TCE-MS encontra irregularidades na usina de tapa-buracos em Campo Grande
Fiscalização surpresa identificou problemas no controle de pesagem dos caminhões e vai analisar a qualidade da massa asfáltica utilizada nos reparos das vias da Capital
04/11/2026 18h55
Equipe do TCE encontrou irregularidades em usina de massa asfáltica Foto: Divulgação / TCE-MS
Nova Etapa
Fazenda de R$ 95,7 milhões vira assentamento da reforma agrária em MS
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04/11/2026 18h02
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