Passados sete meses do ano, a alimentação fora de casa já está 4,52% mais cara, superando a alta dos preços dos alimentos e bebidas em geral no período, de 3,74%, de acordo com os dados do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), divulgados nesta sexta-feira (6) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Dentro do item alimentação fora do domicílio, as refeições registraram alta acumulada no ano de 5,01%. Porém, a maior elevação foi verificada no cafezinho, cujo preço aumentou 6,38% neste ano. O menor aumento foi verificado nos preços do café da manhã, que variaram 2,09% no período.
Já em 12 meses terminados em julho, o consumidor que se alimenta fora de casa já está desembolsando 7,89% mais que no período anterior. Neste caso, o destaque ficou com outras bebidas alcoólicas, que pesou 9,27% a mais no bolso, seguido pelo cafezinho, que ficou 9,17% mais caro no período. Depois, aparecem refeição (8,86%) e café da manhã (8,74%).
Considerando apenas julho, os preços dos itens que compõem o grupo alimentação fora de casa aumentaram 0,24%, sendo que o café da manhã e bebidas alcoólicas se destacaram, com altas de 1,37% e 0,88%, respectivamente.
No Brasil
No acumulado do ano até julho, consumidores do Belo Horizonte e Rio de Janeiro foram os mais penalizados pelo aumento de preços ao comer fora de casa