O documento informa que "o número global de pessoas que usam estimulantes do tipo anfetamina, estimado em algo entre 30 e 40 milhões, em breve deverá ultrapassar o número somado de usuários de opiáceos e de cocaína". Assim, as anfetaminas - em suas apresentações lícitas e ilícitas - ocuparão o segundo lugar em consumo de drogas no mundo, atrás da maconha.
O relatório da ONU também ressalta a dificuldade no combate à expansão dessas drogas, pois o mercado das ATS é mais difícil de ser controlado que os da cocaína e da heroína, por exemplo. A rota do tráfico é muito curta, já que a produção geralmente ocorre perto dos principais mercados de consumo. Além disso, "muitas das matérias-primas são legais e amplamente disponíveis".
Com relação ao Brasil, o relatório emprega dado de 2005, segundo o qual a taxa de uso de anfetaminas é de 0,7% da população de 15 a 64 anos.