O anúncio foi feito pelo ministro de Mineração, Laurence Golborne, que assinalou que os trabalhos de reforço do conduto de ventilação da mina se tornaram perigosos nas últimas horas.
"O trabalho é complexo e gerou uma série de dificuldades, que incluem a possibilidade de novos desabamentos de magnitude", disse aos jornalistas.
O ministro acrescentou que, no entanto, prossegue o avanço das sondas com que se tenta estabelecer comunicação com os mineiros presos e fornecer-lhes água, alimentação e oxigênio, mas descartou que esse contato seja alcançado na segunda-feira ou terça-feira, como se tinha presumido previamente.
Essa tarefa demorará "vários dias", disse Golborne aos jornalistas, que confirmou que algumas das sondas superaram os 500 metros de profundidade, a menos de 200 metros de onde se acredita que os mineiros estejam presos.
A notícia causou desalento entre os familiares dos mineiros que permaneceram desde 5 de agosto, dia do acidente, nos arredores da mina, situada a 45 quilômetros da cidade de Copiapó e a cerca de 830 ao norte de Santiago.
(Agência Estado)