A taxa de variação do Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) registrou acréscimo em cinco de sete capitais pesquisadas, de acordo com levantamento da Fundação Getulio Vargas (FGV) divulgado hoje. Apenas taxas de Salvador (BA) e Recife (PE) apresentam desaceleração.
Em agosto, o IPC-S registrou deflação de 0,08%, contra variação negativa de 0,17% no mês anterior.
Em Salvador, o índice registrou deflação de 0,37% em agosto, contra variação negativa de 0,25% na última apuração. Das sete classes de despesa que fazem parte do índice, quatro apresentaram desaceleração em suas taxas de variação: vestuário (de 0,64% para 0,01%) e despesas diversas (de 0,36% para 0,01%).
Em Recife, outra capital que acentou a queda de preços, registrou deflação de 0,90% em agosto, contra variação negativa de 0,68% na prévia anterior. Quatro das sete classes de despesa apresentaram desaceleração em suas taxas de variação: alimentação (de -1,99% para -2,70%) e saúde e cuidados pessoais (0,22% para 0,07%).
O IPC-S em Brasília registrou variação negativa de 0,37% em agosto . Na última apuração, havia ficado em -0,42%. Das sete classes de despesa componentes do índice, quatro apresentaram
aceleração em suas taxas de variação. Os destaques ficaram com os grupos vestuário (de -1,81% para -1,25%) e educação, leitura e recreação (de -1,25% para -0,92%).
Em Porto Alegre, o Índice teve deflação de 0,17% em agosto, contra a de 0,27% na terceira prévia do mês. Quatro das sete classes de despesa apresentaram aceleração. As maiores influências vieram dos grupos de gastos com vestuário (de 0,78% para -0,23%) e saúde e cuidados pessoais(de -0,20% para 0,00%).