Falta de postos de fiscalização e de funcionários da Receita Federal do Brasil na fronteira de Mato Grosso do Sul com o Paraguai e a Bolívia compromete o combate ao contrabando e à sonegação e até facilita a ação de organizações criminosas, como de tráfico de drogas e de armas. A constatação é do estudo “Fronteiras Abertas”, realizado pelo Sindicato Nacional dos Analistas Tributários da Receita Federal do Brasil (Sindireceita).
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