A relação divulgada pelo Ministério das Cidades aponta como pré-selecionado para a capital sul-mato-grossense, na área de drenagem, o projeto "Complexo Anhanduí, Cabaça e Areias", compreendendo "192.000 metros quadrados de restauração de margens, 10.792 m de galerias pluviais, 3.000 m² de recuperação de áreas úmidas, 120.000 m³ de reservatório de amortecimento de cheias, 242.267 m² de urbanização de caráter complementar e 135.581 m² de pavimentação e manejo de águas pluviais".
Já na área de habitação, foi incluído o projeto "Urbanização dos Córregos Bálsamo, Lajeado, Segredo, Taquaral e Imbirussu".
Entre as intervenções previstas, estão a urbanização do Córrego Bálsamo, na região da saída para São Paulo, obras que implicam na recuperação dos fundos de vale, construção de avenida, parque linear e 482 casas para famílias que residem em condições de risco na região. Já a segunda etapa do complexo Segredo refere-se à continuação do prolongamento da Avenida Ernesto Geisel, a partir da rotatória das ruas Rio de Janeiro e Canaã (Conjunto Octávio Pécora), com a construção da avenida à margem direita do córrego, contornando o Parque Estadual Nascentes do Segredo até chegar à Avenida Cônsul Assaf Trad. Consta do mesmo projeto a construção de 249 casas.
Também pré-selecionado para o PAC 2, a segunda etapa do Taquaral Bosque prevê a conclusão dos trabalhos de recuperação de cratera próxima ao anel viário, além de drenagem e pavimentação asfáltica de vias do bairro e construção de 69 casas para atender famílias habitando moradias irregulares.
Além da construção das avenidas e revitalização do entorno dos córregos Bálsamo, Cabaça (2ª etapa), Segredo (2ª etapa), Lageado e Imbirussu, a Prefeitura de Campo Grande também teve pré-selecionado para o PAC 2 projeto visando execução do manejo das águas pluviais e recuperação da mata ciliar do Rio Anhanduí (que corta a Avenida Presidente Ernesto Geisel). (DA)