O presidente da International Paper para a América Latina, Jean-Michel Ribieras, destaca que a complexidade do mercado não está no aumento da concorrência, mas sim na existência de uma disputa que, segundo ele, é desigual. "Sou a favor da competição livre, mas desde que ela tenha como princípio as mesmas bases", afirma.
Entre as bases consideradas diferentes, destaca o executivo que pediu para não ser identificado, estão as práticas trabalhistas e ambientais dos asiáticos. "Não é possível competir com eles, que adotam práticas ambientais contestáveis, como o corte de madeira nativa", destaca. No Brasil, a indústria de papel é baseada principalmente na celulose produzida a partir de florestas plantadas.