Dois meses após o início da Operação Piracema pela Polícia Militar Ambiental (PMA), foram apreendidos 408 quilos de pescado, contra 520 quilos nos dois meses da piracema passada, com 26 pessoas presas, contra 32 na piracema anterior. De acordo com a PMA, trata-se de um número satisfatório, com apreensão de um grande número de pessoas com pouco pescado.
A quantidade de petrechos de pesca, barco, motores de popa apreendidos está dentro do que se apreendeu em piracemas anteriores. Somente com relação ao número de anzóis de galho apreendidos houve diminuição. Na piracema passada, em dois meses, foram 1190, enquanto nesta foram 347 até o momento.
“A PMA espera que, com a fiscalização intensiva, haja sempre um grande número de pessoas presas no momento que iniciam a pescaria, ou seja, sem que tenham conseguido capturar grande quantidade de pescado”, informou o órgão.
A fiscalização tem sido destinada aos pontos considerados críticos, que são as cachoeiras e corredeiras. As pessoas autuadas por pescar no período de piracema respondem a processo criminal e podem, se condenadas, pegar pena de um a três anos de detenção. Além disso, a multa administrativa vai de R$ 700 a R$ 100 mil, mais R$ 20 por quilo do pescado irregular.