Apesar do novo acordo ortográfico ter entrado em vigor em 2009, as escolas públicas receberão um reforço para os alunos se adaptarem somente em 2012, ano limite para adequação, segundo o decreto assinado há dois anos pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Cerca de 10 milhões de dicionários serão distribuídos para um milhão de salas da rede pública. Eles serão comprados pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), uma autarquia do Ministério da Educação.
O custo previsto no edital para adquirir os dicionários, publicado no Diário Oficial na União na última sexta-feira (7/1), é de R$ 100 milhões. Serão comprados dicionários de quatro tipos, com especifidades diferentes de acordo com a série dos estudantes: do 1° ano do ensino fundamental, do 2° ao 5 ano, do 6° ao 9° ano e das três séries do ensino médio.
Os dicionários destinados às turmas do 1º ano do fundamental, que recebe crianças a partir de seis anos para alfabetização, serão mais simples, com menos verbetes e letras maiores.
Com informações do Blog do Planalto