Cidades

TRAGÉDIA

Chuvas matam ao menos 35 na região serrana do Rio

Chuvas matam ao menos 35 na região serrana do Rio

Redação

12/01/2011 - 11h20
Notícia sem imagem

Ao menos 35 pessoas morreram em razão das chuvas que castigaram a região serrana do Rio de Janeiro nas últimas horas, informou o Corpo de Bombeiros e autoridades locais nesta quarta-feira, um dia depois das fortes chuvas que deixaram pelo menos 13 mortos no Estado de São Paulo. 

As chuvas no Sudeste já prejudicam a região desde meados de outubro do ano passado, com alto índice de mortos e feridos, principalmente em dezembro. Minas Gerais já registrou 16 mortes em decorrência das chuvas desde novembro, enquanto o Espírito Santo calculou cinco mortes, segundo as Defesas Civis Estaduais. 

As cidades de Nova Friburgo e Teresópolis foram as mais afetadas pelos temporais no Rio de Janeiro nesta quarta-feira, segundo a Defesa Civil do Estado. 

Em Teresópolis, há 32 mortos, em Friburgo 3 em virtude de deslizamentos e soterramentos. 

Temporais atingiram esses municípios entre terça e quarta-feira e choveu nas últimas horas o equivalente ao previsto para um mês inteiro. 

O número de vítimas deve aumentar nas próximas horas, uma vez que há desaparecidos na região serrana, entre eles três bombeiros que participavam das operações de resgate.

"Infelizmente temos três bombeiros entre as vítimas e buscamos por eles e outras pessoas em outros pontos da cidade (de Nova Friburgo). Choveu muito forte e a situação está intensa", disse o comandante geral do Corpo de Bombeiros, Pedro Machado. 

A tragédia em Nova Friburgo começou nesta terça-feira quando um prédio de 3 andares desabou e matou um criança e um idoso. 

Muitas pessoas estão ilhadas nas duas cidades devido ao alto nível das águas que cobriram ruas e avenidas dos dois municípios. Vários bairros estão sem luz e telefone e estradas também foram bloqueadas por deslizamentos de terra. 

"A situação aqui em Friburgo é caótica. Houve um apagão e as pessoas estão sem poder se locomover. Está terrível, o Rio Bengala transbordou e várias pontes desabaram", disse um bombeiro da cidade à Reuters. 

O vice-governador, Luiz Fernando Pezão, está na região serrana para prestar apoio e solidariedade aos moradores. Ele sobrevoou as cidades para acompanhar de perto os estragos provocados pela chuva. 

"O quadro é triste e desesperador", avaliou o vice-governador. 

O número de desabrigados e desalojados no Rio de Janeiro está sendo contabilizado pelas autoridades locais. 

No Estado de São Paulo, desde o início de dezembro mais de 800 pessoas ficaram desabrigadas por conta das chuvas e mais de 6 mil foram desalojadas, segundo dados da Defesa Civil estadual. 

Somente entre segunda e terça-feira 13 pessoas morreram no Estado em decorrência das chuvas, com vítimas na capital e nas cidades de Maúa, São José dos Campos, Mogi das Cruzes e Embu das Artes. 

Mais de um milhão de pessoas estão desalojadas em Minas Gerais e, no Espírito Santo, mais de 16 mil pessoas estão desabrigadas, segundo dados da Defesa Civil desses Estados.

Oportunidade de Emprego

Prefeitura abre seleção sem prova com salário de R$ 2,5 mil em Campo Grande

Inscrições gratuitas começam na segunda-feira (9); seleção exige formação em Magistério ou Normal Médio e será feita por análise de títulos.

06/11/2026 19h32

Prefeitura de Campo Grande abre processo seletivo com salário de R$ 2,5 mil e inscrições gratuitas a partir de segunda-feira (9).

Prefeitura de Campo Grande abre processo seletivo com salário de R$ 2,5 mil e inscrições gratuitas a partir de segunda-feira (9). Foto: Divulgação Prefeitura de Campo Grande

Continue Lendo...

Previdência Social

INSS muda auxílio-doença e dá 10 dias para nova análise em MS

Nova regra já está em vigor e permite que segurados que tiveram o benefício negado pela análise de documentos apresentem novos laudos antes de recorrer

06/11/2026 18h31

Segurados aguardam atendimento em setor de perícia médica do INSS; novas regras permitem pedir reanálise do auxílio-doença negado em até dez dias.

Segurados aguardam atendimento em setor de perícia médica do INSS; novas regras permitem pedir reanálise do auxílio-doença negado em até dez dias. Foto: Agência Brasil

Continue Lendo...

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).