Cidades

CRIMES AMBIENTAIS

Número de infrações caiu 61,5% em MS

Número de infrações caiu 61,5% em MS

Redação

09/03/2011 - 13h45
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A Operação Carnaval da Polícia Militar Ambiental registrou queda de 61,5% no número de infrações por crimes ambientais. A operação que foi concluída hoje teve como estratégia inicial reforçar o policiamento preventivo nas cidades com tradição carnavalesca, que receberam maior número de turistas, tais como: Corumbá, Bonito, Jardim, Coxim, Aquidauana, Porto Murtinho e Miranda. Em relação aos crimes e infrações ambientais os números mostraram que a operação foi a mais tranquila dos últimos anos. Foram apenas 10 autuações, sendo 9 pessoas presas em flagrante, ou seja, menos da metade da operação do ano passado. No entanto, a quantidade de pescado apreendido foi superior às operações de anos anteriores, com 441 kg. Porém, isso se deu por duas grandes apreensões de 170 e 111 kg com dois pescadores em duas ocorrências isoladas. A quantidade de petrechos de pesca proibidos manteve-se dentro do normal. Os valores de multas aplicados foram menores. Pouco mais de 15% das multas da operação do ano passado que foram de R$ 112.020,40.

Os postos avançados das cachoeiras dos rios Anhanduí, em Bataguassu, Rio Verde, em Ribas do Rio Pardo, Salto do Pirapó, em Juti e Cachoeira do Sossego, no rio Aquidauana, em Rochedo, que foram montados durante a fiscalização da piracema vão continuar instalados para ajudar na fiscalização.

Três equipes de Campo Grande também fizeram fiscalização itinerante, sem área definida, com serviços de barreiras e fiscalização fluvial. Cerca da 90% do efetivo de 352 homens estiveram envolvidos na operação.

As ocorrências relativas à pesca predatória predominaram. Foi registrada apenas uma prisão por caça e uma por manutenção de aves em cativeiro ilegalmente, além de uma por porte ilegal de arma e suspeita de caça. As demais foram de pesca.

Na avalição da PMA as chuvas podem ter contribuído para o redução no total de infrações e crimes ambientais durante o carnaval. Com relação à pesca, alguns trechos de rios piscosos estavam interditados dificultando a atividade em diversos locais. A própria chuva incessante diminuiu a incidência de pescadores nos rios.

Com relação a outros crimes e infrações ambientais, a chuva também pode ter sido decisiva. É que as precipitações também dificultam o desmatamento ou limpezas com queimadas. A extração de madeira, crime comum em anos anteriores, também se tornou mais complicada.

(com informações da PMA)

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