Quando o narcotraficante Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar, instalou-se na região de Capitan Bado no lado paraguaio que faz divisa com o Brasil, contratou algumas pessoas da construção civil para pintar e reformar sua casa. Claro que a contratação não foi feita pelo próprio Beira-Mar, mas por um de seus funcionários. Na casa, esses construtores vindos de Mato Grosso do Sul, encontraram uma quantia considerável de dinheiro e resolveram furtar algumas cédulas. Resultado: descobriram da forma mais cruel que proprietário do dinheiro era o poderoso narcotraficante.
Uma dessas pessoas nunca mais foi vista e a outra passou a integrar o Programa de Apoio e Proteção a Testemunhas, Vítimas e Familiares de Vítimas da Violência (Provita) por conta das várias ameaças de morte feitas contra ela, vindas inclusive de policiais que davam proteção à Beira-Mar.
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