A discriminalização do uso da maconha foi tema tímido na Marcha da Liberdade na manhã de hoje em Campo Grande que reuniu, segundo os organizadores, cerca de 200 pessoas. Muitos dos manifestantes preferiram "empunhar bandeiras" por outras causas como defesa dos homossexuais, índios, negros,imprensa.
Apenas uma pessoa portava um cartaz com dizeres velados a respeito da droga.
Vítor Hugo Samudio, um dos coordenadores da manifestação, fez questão de desvincular o debate sobre a liberação da maconha do objetivo maior do que vento que teve a participação de ao menos 20 entidades. organizãções não governamentias e movimentos sociais.
"Houve uma tentativa de rotular (a manifestação). Estamos aqui para mostrar para a sociedade que essa não é uma ‘marcha pela maconha’ e sim pela liberdade. A Constituição Federal dá o direito às pessoas de se manifestarem livremente. Temos pessoas que são a favor, mas não existe um movimento organizado em torno disso", comentou.