Na entrevista feita pelo Portal Correio do Estado, a Sub-Comandante da Companhia Independente de Policiamento de Transito (Ciptran), Capitã Itamara Nogueira explicou como funciona o “Super Guarda”, que acelera os procedimentos realizado em blitz.
Dependendo da duração da blitz, de uma média de 700 veículos que passam pelo “Super Guarda”, cerca de 50% estão irregular. Com o auxílio do software, é registrado a placa do veículo e checada sua situação automaticamente, dando informações para o agente de trânsito se há ou não irregularidades. Caso haja a confirmação, os dados são transmitidos via rádio para outro agente fazer a abordagem.
No entanto existem críticas em relação ao uso do “Super Guarda”, pois é checado apenas a documentação do veículo. Já em uma blitz comum, os agentes de trânsito conferem tanto a documentação do veículo como a documentação do condutor.
No Estado existem cinco veículos dotados com a aparelhagem e o software, conhecido como “Super Guarda”, que ficam em rotatividade. Os carros estão em atividade há dois anos.
Confira a entrevista: