Após manchete de hoje, “Câmara Municipal de Campo Grande vende de calcinhas até colchões”, o Portal Correio do Estado foi às ruas ouvir a opinião da população sobre o espaço destinado a comerciantes na Câmara. A maioria mostrou-se contra e indignada com a situação. Confira:
“Não achei bom, o que dá impressão é que está no lugar errado. Era para ser um lugar sério, de discussão, estão misturando as coisas” - Júlia Kubota, 40 anos, do lar.
“Estão certos, todo mundo procura um meio de trabalhar. Hoje é tudo muito burocrático e difícil, não deixa de ser uma forma digna de trabalho. Mas tem que ter horário, não pode ser junto com a sessão” - Nara Lúcia, 40 anos, copeira.
“Tudo é possível nesse lugar, tinham que vender espelho. Com tanta coisa para fazer na cidade, perdem tempo com isso” - Gilson Souto Ramos, 78 anos, aposentado.
“Cada coisa tem que ficar no seu local. Lá é para decidir o futuro da cidade e agora vai virar mercado. Pega mal aos olhos de estrangeiros, nós brasileiros estamos acostumados com essas coisas, mas quem vem de fora deve achar estranho” - Júlio Kawano, 68 anos, aposentado.
“Sou contra. Isso faz com que os deputados fiquem lá dentro. Com tanta coisa para ver pela cidade, eles têm que sair dos gabinetes refrigerados e olhar em volta” - Moacir Barbieri, 58 anos, encarregado de manutenção.