Interceptação de aeronaves suspeitas e revistas de veículos, bem como de embarcações, são algumas das ações da Operação Ágata 2 iniciadas no último dia 11 nas fronteiras de Mato Grosso do Sul e demais estados da região Centro-Oeste e Sul do País.
Hoje, em coletiva à imprensa, o general Valério Stunnf Trindade, chefe do Comando Militar do Oeste, falou sobre as ações que estão sendo desenvolvidas ao longo de 16 mil quilômetros de fronteiras brasileiras.
O objetivo tem como prioridade reduzir ocorrências de ilícitos transfronteiriços e ambientais na faixa de fronteira. A Operação Ágata 1, realizada em agosto, teve suas atividades relacionadas á prevenção e repressão de ilícitos transnacionais na região amazônica.
Ações
A operação Ágata 2 integra o Plano Estratégico de Fronteiras e envolve aproximadente 7 mil homens das Forças Armadas e do uso de meios como embarcações, aeronaves e outros veículos militares. Em Mato Grosso do Sul estão sendo empregados cerca de 300 militares da Marinha, 1.600 do Exército e 450 da Força Aérea Brasileira.
Os trabalhos nessa nova operação são repressão ao contrbando, checagem de aeronaves e abastecimentos, patrulha naval nas calhas dos rios, bloqueio e controle de estradas, reconhecimento especializado de fronteiras, revista de veículos, embarcações, interceptação de aeronaves suspeitas e ações cívico-sociais nas localidades envolvidas.