Febre, crescimento exagerado das unhas, perda de pelos e emagrecimento são alguns dos sintomas que podem aparecer em cães com leishmaniose, porém grande parte dos animais infectados não manifestam indícios da doença.
Para combater a leishmaniose em Campo Grande, o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) está promovendo visitas para a coleta sanguínea de cães em todos os bairros da Capital. Até o momento, mais de 40 mil animais foram testados e até o fim do ano, espera-se que toda a população canina da cidade tenha passado pelo exame.
Caso suspeite que o cão esteja com a doença e a equipe ainda não tenha realizado a visita, o dono deve levar o animal até o CCZ. Dentro de 15 dias, o resultado do teste fica pronto e o proprietário é informado, podendo contestar o exame caso seja positivo. Porém, os custos de um novo teste em um laboratório particular são de sua responsabilidade.
Comprovado o resultado positivo, o animal deve ser entregue e submetido a eutanásia. Como a doença não tem cura e oferece risco à população, o dono do cão pode ser autuado caso se recuse a entregar o animal.
Transmissão
A leishmaniose é transmitida ao cão e ao homem através da picada de um mosquito infectado. O mosquito, ao picar um cão com leishmaniose, passa a ser um transmissor da doença.