O anestesista Steven Shafer voltou a testemunhar no julgamento do médico Conrad Murray, acusado pela morte de Michael Jackson, na noite da última sexta-feira (21).
De acordo com o site “Contact Music”, quando questionado se o “Rei do Pop” poderia ter causado a própria morte ao remover o grampo que impedia que o Propofol fosse lançado na seringa e, consequentemente, na corrente sanguínea, o anestesista respondeu de forma direta: “Existe uma possibilidade”.
Porém, Shafer tratou de deixar claro que não mudou sua opinião sobre a culpa de Murray na morte do cantor. Para ele, o médico foi negligente, provocando uma overdose de anestésico que acabou causando uma parada cardíaca em Michael.
Agora, os advogados de defesa de Murray, que alegam que Michael acordou no meio da noite e injetou uma dose superior de Propofol do que a recomendada, pretendem usar o novo depoimento de Shafer para tentar convencer o júri de que o caso não se trata de um assassinato, já que, caso seja condenado, Murray ficará preso por até quatro anos.