Dos sete policiais militares envolvidos no esquema de corrupção que permitia contrabando de cigarros do Paraguai para o Brasil, cinco estão presos e dois não têm mandado de prisão contra eles. O último PM envolvido se entregou na noite de ontem.
A Operação Alvorada Voraz, do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e PRF (Polícia Rodoviária Federal), com apoio do Comando da PM apurou que eles recebiam propina em espécie, no valor de R$ 3 a 6 mil por carga de contrabando.
Os envolvidos serão indiciados por quadrilha, corrupção passiva e ativa e lavagem de dinheiro e contrabando. A operação teria dado um "prejuízo" para a quadrilha de R$ 15 milhões.
Rota
As carretas passavam por rodovias estaduais, entrando por Bela Vista, passando por Jardim, Nioaque e Campo Grande. Então adentravam as rodovias federais, principalmente as BRs 163 e 262 com destino a Goiás, São Paulo, Minas Gerais e Paraná.