As chuvas frequentes em Campo Grande aumentaram a quantidade de focos de dengue e têm atrapalhado o serviço dos agentes de combate à doença que visitam as casas. O chefe de controle de vetores do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), Alcides Ferreira explica que a frequência e força das precipitações prejudicam em dois aspectos: na ida até os imóveis e no crescimento de recipientes que servem de foco.
“As chuvas nos deram um trabalhão, atrasaram as visitas e ainda aumentaram o número de focos”, afirma, dizendo que ao chegarem nas casas, os agentes encontram inúmeros focos de dengue em recipientes que acumularam a água das chuvas e que não foram removidos pelos moradores. “Ainda estamos encontrrando focos das chuvas que ocorreram há dias atrás”, afirma.
O gerente de área do CCZ, Mauro Lúcio Rosário explica que o que os agentes têm encontrado nos imóveis é displicência dos moradorem em relação a limpeza de seus terrenos e quintais. “Encontramos focos em plásticos e copinhos na rua ou em terrenos baldios, mas a grande parte desses focos está nas casas e isso é o mais complicado, porque requer uma mudança de comportamento”, avalia.
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