Um mês depois após o motociclista Milton Teixeira Júnior, de 21 anos, morrer ao cair em um bueiro na Avenida Gury Marques, em Campo Grande, o leitor do Correio do Estado, professor aposentado pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), Flávio Dantas dos Santos, denunciou o perigo que alguns bueiros oferecem à população.
O local onde aconteceu a tragédia no mês passado já foi tapado pela prefeitura, mas Flávio acredita que remediar depois da tragédia não é o suficiente. “Eles colocaram o trilho depois da tragédia e no bueiro de cima tem um buraco aberto, se alguém cair lá pode ficar com a perna presa”, reclama.
Ainda na Avenida Gury Marques, mais a frente, nossa equipe de reportagem flagrou um “desvio” para escoar a água da chuva no córrego Bálsamo. Segundo Flávio, a “rampa” foi feita recentemente pela prefeitura, após as chuvas. “Não tem nenhuma barreira de proteção, em um dia de chuva, outra tragédia pode acontecer. Se algum pedestre desatento andar por lá pode escorregar e cair, é muito perigoso”, completa.
Outras situações semelhantes são comuns em Campo Grande. Uma enorme erosão, no Anel Viário, em frente ao posto Cevol, também foi flagrada pela equipe de reportagem do Correio do Estado. “Acredito que medidas preventivas devem ser tomadas antes de acontecer outra tragédia”, finaliza o professor aposentado.

Bueiros se tornam verdadeiras armadilhas em Campo Grande / Fotos: Valdenir Rezende / Correio do Estado
Envie sua sugestão de reportagem para o email [email protected] ou fale com a redação