Era para ser a lembrança de uma viagem de férias para ver a família que está distante, mas o que sobrou foi uma longa história de descaso para contar e um processo que corre na Justiça. O jornalista Rafael Cozer, hoje, não consegue pisar em um aeroporto sem se lembrar das quase 18 horas que passou em meio à desencontro de informações, conexões inexistentes e funcionários que mostravam total despreparo.
Cozer não é o primeiro nem está entre poucos. Hoje, muitos são o que se queixam de que as companhias aéreas não trabalham com a máxima "o cliente sempre tem razão". São cada vez mais frequentes, problemas como extravio de bagagens, overbooking, taxas abusivas para remarcação de passagens ou qualquer outro erro, que lesa o consumidor.
Somente entre janeiro e março deste ano, o site Reclame aqui registrou aumento de 123% no volume de reclamações contra empresas de transporte aéreo em Mato Grosso do Sul, saltaram de 13 em 2011 para atuais 29. Em todo ano passado foram 153 procedimentos abertos. Na Superintendência de Proteção e Defesa do Consumdor do Estado (Procon-MS), foram 164 queixas no ano.
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