Briga política e falta de recursos paralisaram, pelo menos, 65 obras do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) Funasa em Mato Grosso do Sul. Apesar do programa ter sido criado para agilizar os investimentos em saneamento em pequenas cidades e reservas indígenas, a execução empacou no Estado.
Embora mais da metade dos municípios sul-mato-grossenses não possuem rede de trtamento de esgoto (43 dos 78 não dão tratamento adequado aos resíduos líquidos), conforme dados de 2008 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), as obras estão paradas.
Metade delas por falta de recurso, e a outra metade pela chamada “reprogramação do projeto”, segundo a assessoria de imprensa da Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos (Agesul), que vem suspendendo a execução dos projetos desde a posse do novo superintendente do órgão no Estado, Pedro Teruel.
Ele assumiu a vaga de Flávio Britto, que tinha o respaldo da bancada do PMDB e do governador André Puccinelli, apesar de integrar o PPS. Ex-deputado estadual e candidato a prefeito de Campo Grande do PT em 2008, Teruel foi indicado pelo seu partido e com o respaldo do senador Delcídio do Amaral.
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