A construtora Delta decidiu deixar o consórcio Maracanã 2014, responsável pela reforma, para a Copa do Mundo, do estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro.
A empresa é investigada pela Polícia Federal devido ao suposto vínculo com o bicheiro Carlos Augusto Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira, preso em fevereiro pela PF. Ele é apontado como o chefe de uma quadrilha de jogo ilegal em Goiás e responsável pela montagem de uma rede de corrupção que envolveria governantes, parlamentares e empresários.
A empresa alegou falta de condições financeiras para continuar integrando o consórcio responsável pela obra do Maracanã, orçada em R$ 859 milhões. O consórcio responsável pelas obras é formado por três empresas: a Odebrecht Infraestrutura tem 49% de participação; a Andrade Gutierrez, 21%, e a Delta Construtora, 30%.