A analista de sistemas Tatiane do Carmo Silva Lima, 30 anos, estava insegura e com receio de ter a primeira filha de parto normal. A arquiteta Juliana Zago, 37, estava com várias dúvidas sobre a primeira gestação e quase entrou em pânico quando o filho não parava de chorar durante a madrugada. Nesta hora, ambas buscaram ajuda profissional por meio das doulas, mulheres que prestam apoio físico e emocional antes, durante e após o parto. Tiveram os esclarecimentos necessários e hoje curtem sem tantos medos os primeiros meses dos bebês.
Doula ainda não é uma profissão regulamentada, existe há mais de 15 anos, mas não é muito conhecida. Ainda durante apuração inicial para reportagem, funcionários de uma maternidade mostraram desconhecer a atividade. No entanto, de boca em boca, as doulas começam a ser conhecidas e são procuradas por mulheres, geralmente na primeira gestação, para obter melhores orientações e ter cuidados especializados durante o parto.
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