Dois oito réus acusados da morte de Eliza Samudio, quatro foram soltos em dezembro de 2010 pela juíza Marixa Fabiane Lopes, logo após ela ter pronunciado e mandado todos a júri popular. Um deles é Wemerson Marques de Souza, o Coxinha, que na época do crime teria sido uma das pessoas que tentou esconder o filho de Eliza quando o caso veio à tona e que também teria ajudado Bruno de Souza e seu amigo Luiz Henrique Romão, o Macarrão, a manter mãe e filho em cárcere privado no sítio do goleiro.
Por isso, ele, a ex-mulher de Bruno, Dayanne Rodrigues do Carmo Souza; a ex-amante do goleiro Fernanda Gomes Castro; e o amigo e ex-caseiro do sítio do atleta Elenilson Vitor da Silva; ainda respondem por sequestro e cárcere privado, mas foram liberados da prisão.
Na data em que o crime completa dois anos, Coxinha concordou em falar com o Terra na casa onde mora com os pais no bairro Liberdade, em Ribeirão das Neves, região metropolitana de Belo Horizonte, onde ele, Bruno e outros envolvidos cresceram. Como ainda vai a júri popular, disse ter medo de dar declarações e se complicar, mas afirmou que ainda tenta esquecer os seis meses que passou na prisão: "foi constrangedor, não quero passar por isso nunca mais. Foi uma coisa que aconteceu, vão descobrir que é um engano. Não desejo isso para ninguém, prisão é para animal".