Ah, o amor! Sentimento inconteste de nobreza imensurável. Tema de poemas, romances e toda sorte de fazeres artísticos. Também foi causa de morte de tantos e, dizem, motivo de guerras, como aquela por Helena de Tróia. Em meio ao apelo das campanhas de marketing que acabam por tornar o sentimento cada vez mais mundano, o Dia dos Namorados ainda se mantém como a data perfeita para os jantares à luz de velas e a celebração da paixão à moda antiga.
E, afinal de contas, você, galante cavalheiro, o que fará para manter a chama que arde sem se ver acesa? E a jovem donzela, quais os artifícios que merecem ser utilizados para tornar o companheiro ainda mais apaixonado? Como diria o querido cronista do amor cotidiano, o cearense Xico Sá, “no amor, ser brega é fundamental”.