A Secretaria de Justiça e Segurança Pública de Mato Grosso do Sul (Sejusp), sem conseguir impedir a entrada de celulares nos presídios do Estado, está tentando, mais uma vez, fazer com que a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) bloqueie o sinal de telefonia móvel no interior dos estabelecimentos prisionais. Hoje, grande parte de crimes como assaltos e tráfico de drogas está sendo comandada por presidiários, via celular.
Em Campo Grande, o recente assassinato do empresário Alberto Raghiante, 54 anos, e da universitária Luzia Barbosa Damasceno Costa, 25 anos, durante o roubo de um veículo Hyundai Azera, teria sido encomendado por interno do Presídio de Segurança Máxima de Campo Grande. Há uma semana, um assalto à residência do pastor Venâncio Vitório, 64 anos, no Bairro Jardim Tarumã, na Capital, e que acabou na morte de um dos ladrões, também seria encomenda de presidiário.
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