A elevação das temperaturas climáticas, o aumento da emissão de gases e as consequências do efeito estufa sobre as pessoas e o mundo, associados ao desmatamento e ao risco de extinção de espécies da natureza, obrigaram os políticos a assumir compromissos para a busca de alternativas que solucionem esses problemas. A decisão de formalizar as parcerias foi tomada há cinco anos quando autoridades assumiram as discussões e as metas como prioridades.
Em 2007, os compromissos foram formalizados durante o Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (IPCC), que publicou o quarto Relatório de Avaliação (AR4). A iniciativa ocorreu no momento em que foi registrada uma série de catástrofes naturais, vinculadas às mudanças climáticas, em vários países, como secas na China e África, além de inundações na Ásia e em alguns países africanos.
Na ocasião, foram apresentados estudos mostrando que houve uma elevação considerada incomum de catástrofes com elevadas temperaturas, diferentemente do que vinha ocorrendo nos anos anteriores. A previsão para os próximos anos é que as temperaturas aumentem, no mínimo, 1,8 grau centígrado (°C) e, no máximo, 4°C ou mais, se não forem adotadas as medidas necessárias para impedir o agravamento da situação.