As bases atacadas incluem o quartel general do grupo islâmico Ansar al-Sharia, que era acusado de ser o responsável pelo ataque ao consulado americano que deixou quatro mortos, incluindo o embaixador dos EUA na Líbia, Chris Stevens, no dia 11 de setembro.
Centenas de manifestantes líbios obrigaram os membros das milícias radicais islâmicas a deixar a cidade de Benghazi após incendiar e destruir as bases desses grupos.
A explosão de violência foi a maior já vista nas ruas do país desde a deposição do regime de Muammar Kadhafi.