O lançamento do Classe B 2013 no mercado nacional marca uma nova fase para a Mercedes-Benz no Brasil. Talvez não seja sua era mais importante – afinal, a marca já foi uma das poucas premium a produzir no país, no caso, com o CLC e do antigo Classe A, de 1999 a 2005. Mas a estreia do monovolume renovado no Brasil abre portas para uma nova família de veículos, que aumentará com a chegada do novo Classe A, no primeiro semestre de 2013, e posteriormente com um crossover e um sedã compacto – todos baseados na inédita plataforma NGCC (New Generation of Compact Cars).
Reformulado estética e mecanicamente, o Classe B chega em duas versões. Por R$ 115,9 mil, o B 200 traz, entre os principais equipamentos, sete airbags (frontais, laterais, de cortina e para os joelhos do motorista), piloto automático com limitador de velocidade, volante multifuncional revestido em couro, monitoramento da pressão dos pneus, ar-condicionado digital, rodas de 16 polegadas, sistema start/stop, suporte Isofix, entre outros.
A configuração topo de linha B 200 Sport sai por R$ 129,9 mil, e justifica a diferença de R$ 14 mil ao entregar rodas aro 18, direção paramétrica, suspensão rebaixada com amortecedores auto-ajustáveis, tela central de 16 polegadas, faróis bi-xênon com LEDs e bancos em couro – além de detalhes estéticos diferenciados. O motor 1.6 turbo e o câmbio automatizado de dupla embreagem 7G-DCT são comuns às duas opções.
A estreia oficial será durante o Salão de São Paulo, no fim do mês, e a Mercedes espera emplacar cerca de 200 unidades mensais do modelo – meta que será repensada para 2013. O antigo Classe B, comercializado nos seus últimos dias de vida apenas na versão B 180 Family, que partia de R$ 96,9 mil, vendeu até julho 30 unidades, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). No ano passado, foram 889 emplacamentos, ainda de acordo com a entidade.