Doenças como a peste negra, varíola, meningite, aids e gripe têm suas histórias contadas na exposição Grandes Epidemias, instalada do Museu de Microbiologia do Instituto Butantan, em São Paulo. Televisores e painéis, com a ajuda de sensores de movimento, explicam como cinco epidemias assolaram a humanidade.
Um dos destaques da exposição é a peste negra, denominação dada na Europa do século 14 à forma pulmonar da doença, caracterizada por hemorragias embaixo da pele, que formam manchas escurecidas. Estima-se que a doença, transmitida ao ser humano por meio das pulgas de ratos e de outros roedores, tenha matado de 25 a 75 milhões de pessoas no século 14.
“Queremos levar informação ao público sobre o que é uma epidemia e a importância de se prevenir, porque a epidemia pode sempre voltar a existir”, disse a educadora do museu do Instituto Butantan, Juliana Moraes.
Outro destaque é a história da varíola, doença contagiosa que foi declarada extinta do planeta na década de 1970, graças a campanhas de vacinação. De origem viral, a doença é caracterizada por febre, dor no corpo, vômitos e lesões cutâneas.