Mesmo antes de chegar aos 28 componentes do Conselho Municipal de Cultura em 2013, a análise e discussão do tombamento do canteiro central da Avenida Afonso Pena, que esteve neste ano no centro de embate judicial entre o Ministério Público Estadual e a Prefeitura de Campo Grande, já começa a suscitar polêmica, por causa da delimitação da área de entorno do bem que será tombado como patrimônio municipal.
Parecer do Instituto Municipal de Planejamento Urbano (Planurb), um dos documentos que embasará os trabalhos de avaliação, estabelece que a área a ser preservada inclui também os lotes lindeiros ao canteiro, o que na prática poderá afetar a atividade construtiva e novos empreendimentos erguidos na avenida, de aproximadamente 7,5 quilômetros de extensão.