A polícia da Austrália informou hoje que é improvável que os radialistas acusados de fazer um trote contra a mulher do príncipe William, Kate Middleton, sejam processados no Reino Unido.
Mel Greig e Michael Christian ligaram para Kate no dia 4 de dezembro enquanto ela estava no hospital Rei Eduardo 7º, em Londres. Ela se recuperava de uma complicação de sua primeira gravidez, que havia sido revelada no dia anterior.
No dia 7, a enfermeira que atendeu o telefonema, Jacintha Saldanha, 46, foi encontrada morta no alojamento do hospital. Segundo a polícia, a funcionária cometeu suicídio e deixou um bilhete dizendo que se matou por causa do trote.
Segundo o chefe de polícia do Estado de Nova Gales do Sul, Nick Kaldas, a Scotland Yard não pediu mais informações para o inquérito sobre a dupla de radialistas australianos, o que pode ser um sinal de que a polícia britânica não deverá investigá-los.
"Houve um contato inicial sobre a morte, mas não mais que isso e, devido à passagem do tempo, é improvável que seja feita alguma acusação".
No dia 19, os agentes afirmaram que pediram ao Ministério Público um parecer sobre possíveis crimes que os radialistas tenham cometido. A ação ainda está sob avaliação dos promotores.
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