Dirigir nas ruas de Campo Grande está se tornando uma atividade de grande risco. As vias esburacadas preocupam motoristas, motociclistas e até mesmo os pedestres. Nos últimos dias, dois veículos caíram em buracos e evidenciaram o problema. O Palio do eletricista Rodrigo Soares, engolido por uma cratera no Bairro São Conrado, e o Gol da esteticista Dalva Molina Ferrari, preso em uma valeta no Jardim Progresso, devem servir de alerta.
A reportagem do Correio do Estado saiu às ruas e constatou o problema em diversos pontos da Capital. Na entrada do Jardim Parati, um grande buraco está se formando na lateral da Avenida Gabriel Spipe Calarge, ao lado da obra abandonada de posto de saúde.
A dona de casa Rita Silva de Lima reclama do trânsito perigoso. “É uma região movimentada onde passa até linha de ônibus. Pelo menos colocaram um cavalete de aviso, mas a terra está cedendo e o buraco continua afundando. Quando chove, pode formar uma cratera”, alerta a moradora.
Tapa-buracos
Até o fim de março a Prefeitura de Campo Grande vai recorrer aos chamados programas “tapa-buracos” como meio de reestruturar trechos de ruas da Capital. A partir daí, a ideia é por em prática uma das principais promessas de campanha do prefeito Alcides Bernal (PP), a de recapear as vias ao invés de “remendá-las”, como bradava aos quatro cantos da cidade, quando ainda pedia votos para se eleger.
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