No Fórum de Campo Grande, em 2012, foram feitas70 prisões em situações que ameaçavam a integridade de juízes e pessoas que estavam no prédio para ''solucionar seus conflitos'', conforme a assessoria do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJ/MS).
Uma avaliação sobre as ações desenvolvidas pelas Assessorias Militar e de Inteligência, além da integração de áreas como a Direção-Geral, as Secretaria de Obras e de Tecnologia da Informação, foram feitas na semana passada durante reunião da Comissão Permanente de Segurança Institucional, em Campo Grande.
Na oportunidade, foram tratadas ainda questões como a instalação de vídeos, detectores de metal e portas giratórias, em razão do sistema de monitoramento; e da aquisição de armamento, de veículos descaracterizados para uso do serviço de inteligência e proteção dos magistrados em situação de risco.
Também estavam na reunião juízes das áreas criminais da Capital e do interior para tratar da necessidade de renovação de mandados de prisões anteriores a julho de 2012 para o modelo do SAJ, a fim de atender exigência do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
Criada em julho de 2010, a Comissão Permanente de Segurança Institucional é presidida pelo desembargador Vladimir Abreu da Silva e composta pelo juiz auxiliar da presidência do TJMS, Carlos Alberto Garcete de Almeida, pelo juiz da 2ª Vara de Execução Penal de Campo Grande, Albino Coimbra Neto, pelo juiz vice-presidente da Associação dos Magistrados de MS (Amamsul), Wilson Leite Correa, pelo assessor de inteligência do TJMS, Delegado Edi Ederaldo de Almeida, e pelo ajudante de ordens do TJMS, tenente-coronel Paulo Rogério de Carvalho Silva.