Cidades

investigação

Morte em ressonâncias coloca segurança de constraste sob suspeita

Morte em ressonâncias coloca segurança de constraste sob suspeita

Redação

02/02/2013 - 11h51
Notícia sem imagem

A morte de três pacientes de Campinas após exames de ressonância magnética colocou sob suspeita a segurança do contraste, composto químico aplicado nos pacientes antes do exame para melhorar a qualidade das imagens.

O soro fisiológico, injetado após o procedimento, também está sendo investigado. Seis lotes de soro e dois de contraste foram interditados.

Enquanto a causa das mortes segue desconhecida, muitas pessoas cancelaram os exames agendados ou se recusaram a fazê-los utilizando o contraste, segundo Abramed (Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica).

Os médicos garantem, porém, que os riscos de reações alérgicas ao gadolínio (composto químico que é a base do contraste para a ressonância magnética) são muito baixos -de 0,01%, segundo a literatura científica - e não há motivo para pânico.

"É um exame seguro, feito por milhares de pessoas todos dos dias, pode continuar sendo feito com tranquilidade", garante Cláudia Cohn, presidente da Abramed.
como funciona

O contraste é usado em exames de imagem como tomografias e ressonâncias para aumentar a visibilidade de certos tecidos do corpo e ajudar o médico a identificar estruturas e anomalias, como tumores.

Oportunidade de Emprego

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