O Carnaval é um momento de festa, samba no pé, alegria e até mesmo de descanso. Para que a diversão e a tranquilidade não se transformem tragédia, alguns cuidados precisam ser tomados. De acordo com o Corpo de Bombeiros, os foliões devem ficar atentos e se prevenir.
Antes de sair de casa, a orientação é verificar se o botijão de gás está fechado, se aparelhos elétricos estão desligados, inclusive, com o cabo de energia retirado da tomada. No caso dos cabos que devem permanecer ligados, o importante é olhar se está em uma tomada exclusiva, evitando sobrecarga. Em casos de falta de energia elétrica, o Corpo de Bombeiros orienta para não deixar velas acesas pela casa, por conta do risco de incêndios. Quem vai viajar deve redobrar os cuidados nas rodovias: ter cuidado com o automóvel, fazer revisão, equipar o veículo com os acessórios obrigatórios, respeitar o limite de velocidade, não dirigir com sono e, no caso de chuva, diminuir a velocidade. Quando necessário, parar em local seguro. O condutor deve ainda aumentar a atenção, já que o risco de incêndio nesta época do ano é grande. No caso de muita fumaça, reduza a velocidade.
Quem for pular carnaval, deve colocar identificação em crianças e idosos. Outra dica é beber com responsabilidade. Segundo os bombeiros, as maiores tragédias estão relacionadas com o álcool: brigas domésticas, afogamentos e acidentes de trânsito, por exemplo. Para se divertir em piscinas sem grandes preocupações, a recomendação é ir em clubes com o certificado de vistoria regularizado e em dia. A certificação tem validade de um ano. Outro cuidado a ser observado é a presença de pelo menos dois salva-vidas a cada 500 metros quadrados de água, exigência prevista na legislação. É desaconselhável nadar sozinho porque pode acontecer alguma câimbra ou cansaço que provoque perda de força e, consequentemente, o afogamento.
Por causa da força da correnteza e também pela profundidade, os riscos em rios são ainda maiores.. Crianças precisam entrar acompanhadas de responsáveis maiores de idade e que saibam nadar. Os pequenos também devem estar equipados com boias ou flutuadores que garantam ainda mais a segurança. Também é importante não sair das margens do rio, onde é mais seguro. Brincadeiras como “caldos”, “trotes” ou “saltos” devem ser evitadas porque a profundidade de um rio ou de uma piscina pode ser pequena e saltos podem machucar ou contribuir para um possível afogamento.