Há dois anos a menina Thalita Ribeiro Alves da Silva, 12 anos, espera por um doador de medula óssea e, desde então, a mãe da garotinha, Célia Regina Alves, busca incansável por uma pessoa compatível com a filha. Thalita sofre de uma doença parecida com a leucemia. Chama-se aplasia de medula óssea, que causa o sangramentos constantes pelo nariz, boca, ouvidos, deixa o paciente anêmico e suscetível à infecções.
Não bastasse ter de fazer transfusões de sangue uma vez por semana, no ano passado, Thalita passou por uma grave consequência da doença e guardará para sempre a marca do problema. Quase na adolescência, a menina teve de retirar o olho esquerdo por conta de um sério sangramento.
Paciente do Centro de Tratamento Onco-Hematológico Infantil (Cetoi) do Hospital Regional, desde que descobriu a doença, Thalita não consegue mais frequentar a escola, por conta da internações constantes. “Ela faltava muito a aula, mas quando não podia ir a escolas os professores davam aula para ela no hospital”, conta a mãe.
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