Acadêmicos da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS) estão em greve desde ontem (22). Em assembleia, na quinta-feira à noite, os estudantes decidiram pela paralisação do corpo discente do campus de Campo Grande para pressionar o Governo do Estado a melhorar a infraestrutura dos oito cursos oferecidos na Capital.
Hoje, às 14h, alunos reúnem-se na Praça Ary Coelho, de onde partirão para passeata de protesto. As reinvindicações vão desde a construção emergencial de sede própria até melhorias consideradas básicas: como ampliação da bilbioteca, montagem de laboratórios, laboratórios de informática, anfiteatro, além de melhores condições nas salas dos oito cursos (cinco graduações e três mestrados), para onde faltam recursos para a manutenção básica, como ventiladores, lâmpadas queimadas, acesso à internet.
Por falta de um prédio próprio, a Uems funciona em parte no Colégio Irmã Bartira (sede) e parte na Escola Estadual Hércules Maymone. Os recursos para construção da nova sede da UEMS na Capital já estão garantidos e a obra deve começar neste ano.