A falta de sinalização horizontal de trânsito e de faixas elevadas para pedestres, principalmente, na frente de escolas públicas e privadas da Capital, coloca em risco a segurança de estudantes e transeuntes. E, justamente, nesses pontos uma lei municipal de dezembro de 2011 determina a obrigatoriedade das faixas elevadas para a travessia das vias. Na região central, onde tem grande aglomeração de pessoas, também há inúmeras faixas de sinalização horizontal, com as letras apagadas por falta de manutenção da pintura.
Na Escola Municipal Bernardo Franco Baís, na Rua Calógeras, por exemplo, não existe faixa elevada. Para a estudante Handria Suenne, de 14 anos, esse tipo de faixa garantiria a segurança dos alunos e de funcionários do colégio. “Aqui é muito movimentado. Os carros não diminuem a velocidade por causa do colégio, só quando o semáforo da esquina fica vermelho”, disse.
Agetran
A manutenção das placas e faixas de sinalização de trânsito é de responsabilidade da Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran). A reportagem entrou em contato com a assessoria de imprensa da prefeitura, que informou que a Agetran está montando um cronograma de trabalho para continuar com as pinturas de sinalização horizontal.
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