A instalação do piso tátil nas calçadas dos imóveis, em Campo Grande, prevista na lei municipal vigorando desde 2008, é desprezada pela Prefeitura de Campo Grande, Governo do Estado e também por órgãos ligados ao Governo Federal.
A obrigação do piso, meio de guiar os deficientes visuais nas calçadas, se ignorada, custa uma multa ao dono da casa ou comércio de R$ 10 reais o metro. Ainda assim, o punido terá de construir a calçada com os pisos especiais, cujo custo dos materiais, fora a mão de obra, beira a casa dos R$ 300.
A norma não é levada a sério, por exemplo, pela Advocacia Geral da União (AGU), cuja sede regional fica na Rua Rio Grande do Sul, quase esquina com a Avenida Afonso Pena. Ali, além da ausência do piso tátil, nota-se que um deficiente visual corre o risco de cair no chão dado os elevados danos na calçada.
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